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    Vigilância Sanitária coleta amostras de produtos de marcas citadas na operação

    Uma ação da Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal da Saúde recolheu amostras de quatro produtos de marcas citadas pela operação da Polícia Federal Carne Fraca, em um mercado de Curitiba, nesta segunda-feira (20/03). Os produtos foram enviados ao Laboratório Central do Estado (Lacen), da Secretaria de Estado da Saúde, para análise físico-química e microbiológica, que deverão ser processadas em até dez dias.

    Os exames vão mostrar se os produtos estão contaminados ou não e se estão próprios para o consumo. Se forem detectados problemas, as empresas fabricantes podem ser notificadas para recolher das gôndolas.

    Os produtos recolhidos nesta segunda-feira foram salsicha, linguiça defumada, carne embalada à vácuo e salame. Nesta terça-feira (21/03), a coleta deve continuar. Ao todo serão enviadas dez amostras para análise ao Lacen. Os pontos de fiscalização são escolhidos aleatoriamente, dentre aqueles que fazem venda direta à população. O alvo desta ação especificamente não são os estabelecimento em si, mas os produtos das marcas citadas pela operação da PF.

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  • Prefeitura começa a colocar em dia agenda de atendimentos cardiológicos

    A Prefeitura de Curitiba dá mais um passo para acabar com a fila de espera da população por procedimentos de saúde. Depois do Mutirão de Dermatologia e da retomada da capacidade de atendimento do Laboratório Municipal, a fila dos pacientes de cardiologia começa a andar.

    O prefeito Rafael Greca, a primeira-dama Margarita Sansone e o vice-prefeito Eduardo Pimentel acompanharam o primeiro dia do Mutirão de Cardiologia, nesta quinta-feira (16/03), no Hospital do Idoso Zilda Arns, no Pinheirinho. A fila de consultas tem cerca de seis mil pessoas e está represada em quatro meses.

    Colocar a agenda de atendimentos médicos em dia é prioridade para Greca. A estratégia denominada Saúde Já, lançada no mês passado, prevê a reestruturação do sistema de saúde de Curitiba e já destinou R$ 12 milhões para equacionar as filas por consultas e procedimentos. “O mutirão começa hoje e não para mais. Há pessoas que esperam de quatro meses a até dois anos para exames ou consultas. Queremos que elas sejam atendidas para que os corações curitibanos sejam bem tratados”, declarou Greca.

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  • Curitiba recebe R$ 4,2 milhões para reestruturação da rede básica de saúde

    Como parte das comemorações dos 324 anos de Curitiba, o prefeito Rafael Greca e o secretário municipal da saúde, João Carlos Baracho, realizaram o Ato pelo Avanço na Saúde de Curitiba, nesta terça-feira (14), no Salão de Atos do Parque Barigui. Foi anunciado o repasse de R$ 4,2 milhões do Governo do Estado para a reestruturação da rede básica de saúde de Curitiba. O evento contou com a presença do governador Beto Richa e do secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto.

    Do total anunciado, R$ 1,7 milhão será destinado para aquisição de equipamentos para os postos de saúde (aparelhos de pressão, autoclave, otoscópio, oftalmocóspio) e R$ 2 milhões para reforma de postos de saúde. Além disso, haverá, ainda, o repasse de R$ 520 mil em equipamentos para o Mãe Curitibana: uma cama PPP (adaptável ao parto, pós-parto e puerpério), um aparelho de ultrassom e quatro detectores fetais.

    Durante o evento, também houve a adesão do município de Curitiba à Rede Mãe Paranaense e ao Programa de Qualificação da Atenção Primária (Apsus).

    “Saúde é a função urbana mais importante, é o bem que a cidade merece. E nós vamos priorizar a saúde absolutamente”, afirmou Greca. “A cidade será mais forte que as dificuldades”, completou, fazendo referência à dívida deixada pela gestão do ex-prefeito Gustavo Fruet.

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  • Mutirão começa a atender pacientes que aguardam por consultas e cirurgias

     O prefeito Rafael Greca e o secretário municipal da saúde de Curitiba, João Carlos Baracho, deram início ao primeiro mutirão de Dermatologia e Pequenas Cirurgias Dermatológicas nesta quinta-feira (9), no ambulatório de Dermatologia do Hospital Evangélico.

    Hoje, há uma fila com 15.810 pessoas aguardando consultas dermatológicas e 4.260 para realizar pequenas cirurgias em Curitiba. O tempo médio de espera, sem o mutirão, é de dez meses para consulta e de 19 meses para a cirurgia.

    “Nós queremos que a fila da saúde ande”, disse Greca. “O que pudermos fazer faremos, na medida em que formos nos livrando da pesada dívida deixada pelo meu antecessor. Vamos ganhando capacidade para fazer a saúde servir a população, que foi o padrão que eu institui quando trouxe o SUS para Curitiba. Padrão que, infelizmente, se deteriorou na gestão do meu antecessor. Mas nós vamos ganhando capacidade até chegarmos à solução completa dos problemas de saúde da cidade”, completou o prefeito.

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  • Centro Hospitalar de Reabilitação vai ampliar oferta de serviços

    Na próxima segunda-feira (13), o Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR), em Curitiba, passa a oferecer um novo conjunto de serviços na área de reabilitação motora e auditiva. A ideia é absorver a demanda de pacientes atendidos pela Associação Paranaense de Reabilitação (APR), entidade de direito privado prestadora de serviços no SUS Curitiba.

    A medida é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Curitiba, gestora da rede de saúde municipal. O objetivo é garantir a continuidade da assistência aos usuários. Atualmente, o atendimento está suspenso devido a uma greve de funcionários contratados pela APR. Além disso, a entidade não cumpre o contrato firmado com a Prefeitura de Curitiba para atendimento como Centro Especializado em Reabilitação Nível 3, conforme havia sido habilitada pelo Ministério da Saúde.

    “Firmamos uma parceria com o Governo do Estado para que os pacientes não fiquem desassistidos. Além disso, vamos adotar medidas judiciais cabíveis contra a APR por não cumprir o contrato com a Prefeitura e deixar de atender os pacientes”, afirma o a secretário municipal da Saúde de Curitiba, João Carlos Baracho.

    O secretário lembra que a greve de funcionários da APR, por falta de pagamentos de salários, decorre de problemas internos da entidade, já que os repasses referentes a serviços prestados e comprovados estão em dia. 
    De acordo com o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, o Estado colocará à disposição toda a estrutura física e de recursos humanos para manter o atendimento normal dos pacientes. “Trata-se de uma medida emergencial para evitar que haja prejuízo ao tratamento dos usuários. Por isso, vamos contratar novos profissionais e buscar soluções para iniciar o trabalho o mais breve possível”, assegurou.

    Para Caputo Neto, o que vai acontecer é uma mudança administrativa. “A Prefeitura fará um contrato de gestão com a nossa Fundação Estatal de Atenção à Saúde (Funeas-PR). Contudo, o local de atendimento não vai mudar, visto que o Centro Hospitalar de Reabilitação já cedia o espaço para o atendimento prestado pela APR”, explicou.
    Com a formalização deste contrato, a Prefeitura fará o repasse de recursos à Funeas-PR por meio da produção ambulatorial apresentada, ou seja, consultas, exames e procedimentos realizados. O Estado também fará um aporte de recursos extras para custear o funcionamento do serviço.

Hospital do Idoso é indicado à certificação internacional em tecnologia da informação

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O Hospital do Idoso Zilda Arns recebeu a indicação para o nível seis na certificação internacional em modelo de adoção do prontuário eletrônico do paciente, avaliada pela Himss ( Healthcare Information and Management Systems Society), uma organização global e sem fins lucrativos, focada na melhoria dos procedimentos de saúde por meio da tecnologia da informação.

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Taxa de mortalidade infantil

mortalidadeA taxa de mortalidade infantil em Curitiba apresenta uma tendência constante de queda.

 
Dados preliminares de 2014 apontam a menor taxa de mortalidade infantil já alcançada pelo município.

A Secretaria

  • Planejar e executar a política de saúde para o Município de Curitiba
  • Responsabilizar-se pela gestão e regulação dos serviços próprios e conveniados
  • Monitorar doenças e agravos
  • Realizar a vigilância sanitária sobre produtos e serviços de interesse da saúde
  • Visar uma população mais saudável