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  • covid QATire dúvidas sobre as doses de reforço da vacina contra a covid-19

    Um ano e sete meses depois do início da vacinação contra a covid-19, o imunizante se mostrou efetivo tanto na redução de circulação do vírus quanto na prevenção do agravamento dos casos, evitando internamentos e mortes.

    Para conservar a melhora dos indicativos em Curitiba, é fundamental que a população mantenha o esquema vacinal em dia e procure pelas doses de reforço que deve receber.

    Para isso, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) mantém a campanha de vacinação continuamente, em 107 unidades de saúde, das 8h às 17h, para os que ainda não compareceram.

     

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  • Convênio para gestão do Hospital do Trabalhador faz 25 anos
    Em cerimônia realizada, nesta sexta-feira (12/8), no Hospital do Trabalhador (HT), foi comemorado os 25 anos de convênio firmado entre o governo do estado, Prefeitura de Curitiba, Universidade Federal do Paraná (UFPR) e sua Fundação (Fundar), para ativação e gestão do Hospital do Trabalhador.
    “Nós vimos, passados os dias terríveis da pandemia, a eficiência e a qualidade de um endereço como esse, que é um orgulho de Curitiba e um orgulho do Paraná”, afirmou o prefeito Rafael Greca, durante o evento.
    “O prefeito sempre nos inspira toda a manhã e hoje ele pôs uma frase de Goethe que diz algo como: se você se dedicar firmemente naquilo que você acredita você molda os seus desejos para acontecer. Esse é um desejo coletivo, um desejo sonhado por pessoas que um dia acreditaram que, sim, um sistema único de saúde pode ser bem executado, é viável, é possível”, disse a secretaria municipal da saúde de Curitiba, Beatriz Battistella. 

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  • central-novaCentral Saúde Já passa a oferecer orientação para mães que amamentam

    Em comemoração ao Agosto Dourado, mês de incentivo à amamentação, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba passa a oferecer, a partir desta segunda-feira (1/8), um serviço de orientação e apoio à amamentação pelo telefone da Central Saúde Já Curitiba, o 3350-9000.

    O serviço é voltado às mulheres residentes em Curitiba que estejam amamentando. Segundo a secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistella, pela Central será possível entregar informações, de forma ágil, em um momento delicado para a mulher, que é o puerpério (período após o parto).

    De acordo com a enfermeira Karin Godarth, da Rede Mãe Curitibana Vale a Vida, orientação e apoio são fundamentais para a consolidação da amamentação, principalmente no início do processo.

    “Amamentar, embora seja um ato natural, não é tão instintivo como parece. Exige paciência, cuidado, apoio e informação correta com orientação de algumas técnicas, em relação à posição, à ‘pega’ correta, principalmente nos primeiros dias”, explica.

    Além de orientar as mães no início do processo, a Central Saúde Já Curitiba fará o primeiro atendimento das usuárias que venham a ter complicações decorrentes da amamentação, como a mastite, por exemplo.

    “Essa é uma complicação recorrente, caracterizada pela inflamação na mama, seguida de uma infecção bacteriana, que causa desconforto, dor e, se não for manejada, pode resultar em abandono da amamentação”, diz a médica da Rede Mãe Curitibana Vale a Vida, Ângela Leite.

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  • Como saber quantas doses de vacina anticovid preciso tomar?

    Desde que a campanha de vacinação anticovid começou no Brasil, em janeiro de 2021, o Ministério da Saúde precisou fazer algumas adaptações nos esquemas vacinais, como a inclusão de doses adicionais de reforço.

    Nos quadros abaixo é possível ter um panorama de todos os esquemas vacinais atualmente vigentes no país e quantas doses estão disponibilizadas para cada grupo.

    A vacinação ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, para todos já convocados (veja abaixo a lista). Confira os locais de vacinação no site Imuniza Já Curitiba.

    É importante ressaltar que para receber a 2ª dose ou as doses de reforço é necessário ter completado o intervalo mínimo recomendado, que varia conforme a marca do imunizante já recebido e o grupo do qual a pessoa faz parte (veja nos quadros de esquema vacinal).

    A data das doses já recebidas pode ser confirmada no Aplicativo Saúde Já Curitiba (site ou smartphone), ao acessar a aba “Carteira de Vacinação” e, em seguida, “Aplicadas”.

     

    GRUPOS JÁ CONVOCADOS:

    - 1ª dose para todos com 3 anos completos ou mais;

    - 2ª dose para todos com 3 anos completos ou mais;

    - 1º reforço para todos com 12 anos ou mais;

    - 2º reforço para imunossuprimidos com 12 anos ou mais, profissionais de saúde, pessoas de 18 a 39 anos vacinadas na 1ª dose com Janssen, pessoas com 40 anos ou mais vacinadas com qualquer marca na 1ª dose.

    - 3º reforço para pessoas imunossuprimidas 60 anos ou mais e pessoas com 40 anos ou mais vacinadas com Janssen na 1ª dose do início do esquema vacinal.

    Importante: Para receber a 2ª dose ou as doses de reforço é necessário ter completado o intervalo mínimo recomendado, que varia conforme a marca do imunizante já recebido e o grupo que a pessoa faz parte. Veja mais detalhes nos quadros de esquemas vacinais.

     

    *Texto atualizado em 3 de agosto de 2022.

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Mitos e verdades sobre vacinas. Entenda a importância da imunização

Vacina.mitos

As vacinas são uma das ferramentas mais eficazes para a defesa do organismo humano contra agentes infecciosos (virais e bacterianos). Elas vem sendo desenvolvidas nos últimos 200 anos, permitindo salvar vidas e ajudando a eliminar doenças que já causaram muitas vítimas no passado, como a varíola e a poliomielite. Mas, ainda assim, as vacinas envolvem muitas dúvidas e mitos.

Segundo a médica infectologista do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba (SMS), Marion Burger, para que as vacinas sejam efetivas do ponto de vista de saúde pública e

as doenças do passado permaneçam no passado, é importante que a cobertura vacinal da população se mantenha alta. “As vacinas, às vezes, são vítimas do seu próprio sucesso. Como muitas das doenças graves do passado não são mais vistas hoje, muitas pessoas passaram a descuidar da vacinação por achar que elas não representam mais perigo”, explica.

 

Para esclarecer as principais dúvidas, o time de especialistas da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba reuniu os principais mitos e verdades sobre o assunto.

Confira abaixo:

MITOS:

Vacinas causam autismo.

MITO: Esse boato ganhou força após um artigo forjado por um médico britânico, que já caiu em descrédito. Não há prova alguma dessa associação.

As vacinas contêm mercúrio, que é perigoso.

MITO: O mercúrio é um dos componentes do timerosal, utilizado como conservante em vacinas multidoses. Ele é empregado desde 1930 com o objetivo de evitar a contaminação por fungos, bactérias e outros microrganismos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização desse conservante por considerar o mercúrio seguro e não cumulativo, já que o organismo o elimina rapidamente.

As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar.

MITO: Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida.

Desde 2005, por exemplo, na Europa Ocidental ocorrem focos de sarampo em populações não vacinadas. Recentemente, Venezuela passou a sofrer com um surto de sarampo e já há casos registrados no norte do Brasil.

A vacina imuniza o indivíduo que a recebe e as pessoas vacinadas formam um "escudo protetor" para as outras de seu convívio que não podem ser vacinadas. Isto se chama "proteção de rebanho". Programas de vacinação bem-sucedidos dependem da cooperação de cada indivíduo para assegurar o bem de todos.

Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo pode aumentar o risco de eventos adversos ou sobrecarregar o sistema imunológico.

MITO: Evidências científicas mostram que aplicar várias vacinas ao mesmo tempo não causa aumento de eventos adversos e nem sobrecarrega o sistema imunológico das pessoas. Uma criança é exposta a muito mais antígenos quando tem um resfriado comum ou mesmo quando é exposta a uma substância alérgica como o pólen. Além disso, aplicar várias vacinas ao mesmo tempo reduz o número de visitas ao posto de saúde ou hospital e também o número de injeções aplicadas.

A gripe não é uma doença grave, a vacina nem é muito eficaz e dá muita reação.

MITO: A gripe é uma infecção causada pelo vírus influenza e pode levar a complicações e até ao óbito. Mulheres grávidas ou em pós parto (até 45 dias após o nascimento do bebê), crianças menores de 5 anos, idosos e pessoas com doenças crônicas, têm maiores chances de complicações, por isso o Ministério da Saúde oferece esta vacina gratuitamente para esta população durante a campanha anual. A vacinação de gestantes tem o benefício adicional de proteger também os recém-nascidos. Neste ano de 2018, após o término da campanha, o saldo remanescente da vacina da gripe foi oferecido para a população em geral.

É melhor ser imunizado por meio da doença do que pelas vacinas.

MITO: As vacinas estimulam o sistema imunológico para produzir uma resposta semelhante àquela produzida pela infecção natural, mas não causam a doença. Já as doenças, que poderiam ser preveníveis por vacinas, podem resultar em complicações, deixar sequelas e até levar à morte.

Vacina é indicada apenas para crianças.

MITO: A maior parte das vacinas é aplicada na infância, mas existem várias indicações na fase adulta e na maturidade, caso da própria gripe.

Vacinas proporcionam 100% de proteção.

MITO: As vacinas não proporcionam 100% de proporção, mas apresentam uma eficácia bastante alta. As vacinas com a maior taxa de proteção chegam a 95% de efetividade. Por isso, é importante manter uma cobertura alta da população, o que ajuda no bloqueio contra as doenças. É a chamada de imunidade de rebanho.

Vacina contra gripe causa gripe.

MITO: Impossível. A vacina da gripe é feita com o vírus influenza morto e fragmentado.

Uma melhor higiene e saneamento farão as doenças desaparecerem. Vacinas não são necessárias.

MITO: Doenças que podem ser prevenidas pelas vacinas acabam retornando quando a cobertura vacinal fica baixa. É o caso do sarampo, no norte no país.

Uma melhor higiene, lavagem das mãos e uso de água limpa ajudam a proteger as pessoas de doenças infecciosas. Entretanto, muitas dessas infecções podem se espalhar, independente de quão limpos estejamos.

Doenças infantis evitáveis por vacinas são apenas infelizes fatos da vida.

MITO: Infecções como a poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, rotavírus e meningites são doenças graves e podem levar a complicações tanto em crianças quanto em adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, desidratação, alterações congênitas e até a morte. Por conta disso, estes problemas não devem ser vistos como simples fatos da vida e podem ser evitados pelas vacinas

Para doenças que nem sempre são graves, como catapora ou varicela, a vacinação não é necessária.

MITO: Todas as doenças infecciosas preveníveis por vacinação são potencialmente graves, com registro de hospitalizações, sequelas ou óbitos, mesmo a catapora. Portanto, vacinar vale a pena.

Gestantes, bebês e pessoas imunodeprimidas (pacientes com aids, que passaram por transplante, em tratamento oncológico, entre outros) nunca devem ser vacinados.

MITO: Algumas vacinas, sobretudo aquelas feitas com bactérias ou vírus vivos atenuados como as vacinas contra a varicela, contra o sarampo e contra a febre amarela, podem ser contraindicadas para algumas dessas pessoas. No entanto, existem outras vacinas, como as da gripe, da pneumonia e do tétano são indicadas e seguras mesmo para pessoas com o sistema imune debilitado, pois são produzidas por vírus ou bactérias inativados ou por apenas alguns "fragmentos" (antígenos) destes microrganismos.

Quanto mais fortes forem as reações da vacina, mais protegida a pessoa estará.

MITO: A eficácia das vacinas não está relacionada à intensidade de seus efeitos colaterais. No geral, as vacinas provocam cada vez menos efeitos colaterais, pois vem sendo aperfeiçoadas continuamente.

VERDADES:

Vacinas podem causar efeitos colaterais.

VERDADE: As vacinas são testadas e somente são liberadas se comprovarem serem seguras. Contudo, como qualquer medicamento, em alguns casos, pode haver efeitos colaterais. Geralmente as vacinas injetáveis causam reações no local da injeção, como dor no braço, vermelhidão e inchaço onde elas foram aplicadas. Raramente podem ocorrer sintomas gerais e passageiros como febre ou mal-estar. Em alguns casos, ainda menos frequentes, a pessoa vacinada pode apresentar alguns sintomas parecidos com os da própria doença. Isso acontece pelo fato de a vacina ter em sua composição os componentes do microrganismo ou mesmo o próprio vírus "enfraquecido" (ou atenuado). Mesmo apresentando estes sintomas, é importante esclarecer que esta pessoa vacinada não transmite o microrganismo para os outros e que este quadro clínico é muito mais brando do que daquela doença que foi prevenida. Mas diante de qualquer sintoma importante após uma vacinação é necessário procurar um médico para avaliar a situação, descartando outras doenças que podem acontecer coincidentemente após uma vacinação e não terem nenhuma relação com ela.

Tomar a mesma vacina duas vezes não faz mal.

VERDADE: Não faz mal. Se você não lembra se foi imunizado contra alguma doença e perdeu sua carteirinha de vacinação, procure uma unidade de saúde para verificar as vacinas registradas em seu prontuário. Em Curitiba, há registro eletrônico desde 2003. Caso permaneça a dúvida, os profissionais de saúde da unidade de saúde poderão orientar sobre as vacinas que são recomendadas para sua faixa etária.

Deixar de vacinar crianças faz com que doenças já extintas voltem a se manifestar.

: A diminuição da cobertura vacinal cria um ambiente favorável à circulação destes vírus ou bactérias. Quando pessoas desprotegidas entram em contato com pessoas infectadas por estes microrganismos podem adoecer e repassá-lo para outros indivíduos, levando à ocorrência de surtos ou epidemias

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Taxa de mortalidade infantil

 

taxaMortalidade1997-2018


Fonte: Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM); Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC)
Elaboração: SMS Curitiba - Centro de Epidemiologia/CEV
Nota: * dados preliminares

A Secretaria

  • Planejar e executar a política de saúde para o Município de Curitiba
  • Responsabilizar-se pela gestão e regulação dos serviços próprios e conveniados
  • Monitorar doenças e agravos
  • Realizar a vigilância sanitária sobre produtos e serviços de interesse da saúde
  • Visar uma população mais saudável